Dr. Vilson Bezerra - Urologista

Câncer de próstata

É um dos cânceres mais comuns entre os homens e, quando descoberto cedo, oferece mais opções de tratamento.

  • Rastreamento com PSA e toque retal
  • Ressonância e biópsia de próstata
  • Vigilância ativa em casos selecionados
  • Prostatectomia radical robótica
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O que é

O câncer de próstata surge quando células da próstata passam a crescer de forma descontrolada. Na maioria das vezes ele evolui devagar e, nas fases iniciais, não causa sintomas.

Por isso a consulta preventiva com o urologista é tão importante: ela permite identificar a doença antes que apareçam sinais como dificuldade para urinar, sangue na urina ou dor óssea.

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Rastreamento

A avaliação combina dois exames simples, que se complementam:

  • PSA: exame de sangue que mede uma proteína produzida pela próstata
  • Toque retal: exame rápido feito no consultório, que avalia tamanho e consistência da glândula

Em geral, a conversa sobre rastreamento começa aos 50 anos. Homens negros ou com pai ou irmão que tiveram a doença devem iniciar a partir dos 45 anos. A decisão é tomada em conjunto, considerando idade, saúde geral e preferências do paciente.

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Diagnóstico

Quando o PSA ou o toque estão alterados, a ressonância magnética multiparamétrica da próstata ajuda a localizar áreas suspeitas e a decidir se a biópsia é necessária.

A biópsia de próstata é o exame que confirma o diagnóstico. A partir dela, o tumor é classificado quanto à agressividade, o que orienta a escolha do tratamento.

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Tratamento

O tratamento é individualizado e definido em consulta, de acordo com o risco do tumor, a idade e as expectativas do paciente. As principais opções são:

  • Vigilância ativa: acompanhamento periódico com PSA, ressonância e biópsias, indicado para tumores de baixo risco, evitando tratamentos desnecessários
  • Prostatectomia radical robótica: retirada da próstata com auxílio do robô, que oferece visão ampliada e movimentos precisos
  • Radioterapia: alternativa à cirurgia em muitos casos, às vezes associada ao bloqueio hormonal
  • Tratamento sistêmico: hormonioterapia e outras medicações para a doença avançada, em parceria com a oncologia clínica
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Experiência em cirurgia robótica e uro-oncologia

O Dr. Vilson Bezerra tem formação em cirurgia robótica pelo Hospital Israelita Albert Einstein e especialização em cirurgia urológica minimamente invasiva e robótica pelo Hospital Sírio-Libanês, além de observership em Uro-oncologia no Memorial Sloan Kettering Cancer Center, nos Estados Unidos.

Após o tratamento, o acompanhamento inclui o controle do PSA e o cuidado com a continência urinária e a função sexual, temas que ele também trata como andrologista.

Câncer de próstata

Perguntas frequentes

PSA alto significa câncer?

Não necessariamente. O PSA também pode subir com o aumento benigno da próstata, inflamações e infecções. O resultado precisa ser interpretado pelo urologista junto com o toque e, se indicado, a ressonância.

O exame de sangue substitui o toque retal?

Não. Os dois exames se complementam, pois alguns tumores aparecem no toque mesmo com PSA normal.

Todo câncer de próstata precisa de cirurgia?

Não. Tumores de baixo risco podem ser acompanhados com vigilância ativa. A melhor opção depende de cada caso e é definida em consulta.

A cirurgia robótica afeta a ereção e o controle da urina?

Podem ocorrer alterações temporárias ou, em alguns casos, persistentes. A técnica busca preservar essas funções sempre que possível, e existem tratamentos de reabilitação para o período após a cirurgia.

Prevenção começa com uma conversa

Agende sua avaliação com o urologista e tire suas dúvidas sobre o rastreamento.

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